Não conserve nenhuma animosidade, nenhum rancor ou desejo de vingança. Desenraize os maus pensamentos, os fantasmas, as obsessões que paralisam a vontade. Não dissimule nada. Para vencer os seus desejos, cultive o desejo de se vencer a si próprio. Elimine a pouco e pouco os hábitos, os automatismos, as más disposições que dividem e atravancam o espírito. O sucesso não é outra coisa senão a imagem mais bela de si, de repente construída, realizada diante de si. Para evitar o fracasso, as decisões devem antes de mais nada ser meditadas, com as suas consequencias. Imagine-as como uma rede de energias, com forças que se cruzam, se amplificam ou se combatem. É o centro delas. A única nascente. É preciso iluminar o obstáculo muito longe, antes de o enfrentar, compreender o seu mecanismo de funcionamento, para não ser surpreendido e vencer as suas armadilhas. Utilize as suas sensações de embriaguez, de prazer, com uma clara consciência de si próprio. Dá um novo significado a toda a ação, a toda a experiência, a todo o combate da vida quotidiana. Então, conhecerá a alegria dos vencedores, daqueles cuja força interior está polarizada sobre a meta a atingir, como a agulha de uma bússola.
O desabrochar do ser é o maior dos sucessos. Dá a paz do coração, a alegria de viver e a lucidez do espírito. Os obstáculos caem por si, e as dificuldades tornam-se simples escalões necessários à sua progressão. Encontre o seu centro, a partir do qual poderá construir a sua vida, empreender, realizar um projeto. Esse centro, que é a sua nascente de vida pessoal, é como um lago calmo, que nenhuma paixão agita. É um silêncio profundo, espiritual, que se produz quando o pensamento pára, com as suas palavras e as suas imagens. Faça brotar a sua ação desse silêncio. O sucesso pede uma disposição feliz do espírito. Nenhum pensamento negativo deve contrariar o seu desejo de realização.
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