terça-feira, 21 de junho de 2011

Podemos inventar palavras!!!


Não gosto nada da palavra química (bem provável q foi por causa do curso técnico em química, mas tenho boas lembranças do Liberato...hehe) mas ainda não consegui arranjar melhor forma descrever aquele aperto no peito, aquela dor forte, aquela atração, aquela vontade de ver, ter, pegar...aquela impressão de q já se conhece desde sempre sem se conhecer. Deu-se o primeiro encontro e há
qualquer coisa que nos move, comove e corrompe... há uma estranha cumplicidade, gargalhadas e um isolar do mundo, parece que mudámos de planeta. Há um sufocar e um ser cuidadosamente afagado.
Olhando friamente, o engraçado de tudo isto é que aparentemente não tem razão de ser.
O amor liberta, isto não é amor...
Acredito num entando que isto pode ser trabalhado e transformado nesse tal Amor. O
mais provavel é que antes disso, seja uma paixão louca. Para que chegue a amor é
preciso querer, poder e trabalhar para conseguir...
Afinal, alguém me ajuda a arranjar um nome para isto? Podemos inventar palavras!!!

NULOS


"Desde que descobrira – mas descobrira realmente com um tom espantado – que ia morrer um dia, então não teve mais medo da vida, e, por causa da morte, tinha direitos: arriscava tudo."

Quando a gente coloca as coisas em perspectiva, percebe q tanta coisa nem faz qualquer sentido né... Quando brigo com alguém, logo após fico pensativa...tenho receio q aconteca alguma coisa e eu me arrependa de estar brigada com a pessoa...penso na morte...me dá um nó na garganta em pensar q posso ter deixado ele(a) partir sem dar nele(a) um abraço que dissesse com clareza "Eu amo você e, se brigo, esse é o meu jeito torto de dizer que te amo e me importo demais pra não mostrar q não concordo..."

O que eu reflito com essa possibilidade é que a minha resposta a qualquer reprovação deveria ser sempre expressa através do amor... porque a gente nunca vai saber quando será a última vez. Pode parecer tragédia, mas... Se esse dia fosse tudo que vc tivesse gostaria de se despedir dessa esfera exatamente da forma como viveu seu dia HOJE? Estaria satisfeito(a) se tudo continuasse exatamente assim?

Breves conselhos comportamentais de Feng Shui

  • Dê às pessoas mais do que elas esperam receber e faço-o com alegria. Não acredite em tudo o que ouvir.
  • Não gaste tudo quanto tem e não durma tanto quanto queira.
  • Quando disser amo-te, diga-o com um sentimento profundo.
  • Quando disser sinto muito, olhe as pessoas nos olhos.
  • Acredite no amor à primeira vista.
  • Nunca se ria dos sonhos dos outros, as pessoas que não têm sonhos, não têm muito!
  • Ame profunda e apaixonadamente, pode sair ferido de uma relação mas é a única maneira de viver plenamente a vida.
  • Em conflitos, lute de maneira justa.
  • Não julgue os outros.
  • Fale com calma mas pense rápido.
  • Lembre-se que um grande amor e grandes desafios
  • envolvem sempre grandes riscos.
  • Quando perder, aprenda a lição e lembre-se dos 3 R´s: respeito por si; respeito pelos outros e responsabilidade por todos os seus atos.
  • Não permita que um pequeno desentendimento fira uma grande amizade.
  • Quando reconhecer que cometeu um erro, corrija-o.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Me encontrei...


Tirei todo o pó da minha vida, fiz uma faxina geral para achar todos os meus sentimentos perdidos.
Comecei limpando da minha vida o vazio que me fazia companhia, talvez ele tenha ido pra sempre, ou talvez ele seja igual cupim e volte a me roer por dento... Mas o mais importante é que ele não está aqui presente neste MEU momento.
E hoje eu vou sorrir, mas não um sorriso que movimenta apenas os músculos do rosto, pois esse eu também já não me serve mais, agora quero sorrir de um jeito que movimente todo o meu ser.
Arrumei tudo, mas ainda faltava o mais importante... Achar-me!
Procurei-me por muito tempo, estava perdida de mim, perdida dentro de tanta poeira e sentimentos ruins espalhados pelos cantos que acabava me cegando e não me deixava enxergar o quanto eu me necessito o quanto eu preciso da minha felicidade, para todo o resto caminhar bem
Pois bem eu me procurei e lá eu estava no escuro meio sem espaço e cheia de poeira, mas estava como antes a dançar e sorrir e com aquele brilho no olhar que há tanto tempo não via.
E agora acendi todas as luzes do meu ser e me limpei... Agora sim estou bem por ver que estou feliz por mim, feliz por me ter, feliz por novamente a minha companhia me fazer bem, feliz por perceber que agora está tudo limpo é claro, e a poeira e a escuridão já se foi.
Hoje estou feliz comigo e assim pretendo permanecer sorrindo apesar dos pesares!

INDIFERENÇA


“O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.”

Medo de amar


Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Sei q isso é fato...mas o q desejo agora é nunca mais amar.

E comece com você mesmo!!!


Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que gosta muito?
Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém...
Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?
Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?
Você deve ter visto que aquele filme, que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV...
E você gelou porque o bom daquele momento já passou...
E aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo ou alguém que você quer esquecer mas não consegue?
Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?
E aquele dia em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo?
Você já chorou por que lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?
Para essas perguntas existem muitas respostas...
Mas o importante sobre elas não é a resposta em si...
Mas sim o sentimento...
Todos nós amamos, erramos ou julgamos mal... 
Todos nós já fizemos uma coisa quando o coração mandava fazer outra...
Então, qual a moral disso tudo?
Nem tudo sai como planejamos portanto, uma coisa é certa...
Não continue pensando em suas fraquezas e erros, faça tudo que puder para ser feliz hoje!
Não deite com mágoas no coração.
Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz!
E comece com você mesmo!!!

Td é Incerto


Ando constantemente, sou alegre e triste, grossa e simpática, amor e ódio, sorriso e lágrimas. 
Todo dia eu acordo e não sou mais a mesma de ontem.
Então é impossível me descrever, dizer o que sou, o que eu gosto ou não gosto.
Posso querer muito algo por um tempo, e depois, ser indiferente à isso.
Me canso de coisas, de pessoas, de sentimentos e de lugares. 
Tudo é incerto e mutável demais dentro de mim. 

APRENDENDO A VIVER


Um dia eu sou uma menina no outro sou mulher.
Há dias em que o espelho é meu amigo, outros, meu pior inimigo.
Hoje eu amo, amanhã eu odeio.
Sou capaz de dar mil conselhos sobre a vida de alguém e incapaz de resolver os menores problemas da minha vida. 
A cada dia aprendo com meus erros, mas por mais que aprenda, nunca deixo de errar. Hoje, vivo cada dia como se fosse o primeiro e o último.

Abraçar é um recurso com poderes Mágicos


Abraçar é saudável. Ajuda o sistema imunológico, cura a depressão, reduz o stress e induz o sono. É revigorante, rejuvenescedor e não tem efeitos secundários desagradáveis. Abraçar é um remédio miraculoso. Abraçar é natural. É orgânico, naturalmente doce, sem ingredientes artificiais, não é poluidor, é amigo do ambiente e 100% motivador. Abraçar é o presente ideal. Ótimo para qualquer ocasião, divertido de dar e receber, mostra atenção, vem em invólucro próprio e é totalmente devolvível. Abraçar é praticamente perfeito. Não tem pilhas que se gastem, é à prova de inflação, não engorda, não tem pagamentos mensais, é à prova de roubo e não está sujeito a impostos. Abraçar é um recurso subutilizado com poderes mágicos. Quando abrimos os nossos braços e os nossos corações, incentivamos os outros a fazerem o mesmo. Pense nas pessoas da sua vida. Há algumas palavras que queira dizer? Há alguns abraços que queira dar. Está à espera, na esperança de que alguém peça primeiro? Por favor, não espere! Tome a iniciativa.
 (Charles Faraone)

domingo, 19 de junho de 2011

SOL-RISOS


Mas de tudo isso me ficaram coisas tão boas…
Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros.
De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento.
Ser novo.

Eu quero muito...


Eu quero muito que, quando eu estiver morrendo, eu segure a mão de alguém que eu ame muito e consiga contar toda minha história, e que eu consiga citar todas as pessoas que foram especiais pra mim ao longo da minha vida, e o quanto eu as amei.
Quero poder contar tudo do meu jeito: os meus amores, a minha visão, os meus defeitos e qualidades. E que a minha história, por mim construída e contada, um dia se perpetue. Mas eu não... eu quero passar. Uma das coisas mais lindas desse nosso mundo são as histórias que ele conta. E não, o tempo não passa, o tempo tá sempre aí, é eterno. Somos nós que passamos. Eu quero passar. E eu também quero, mas quero muito, que quando eu voltar eu escute de alguém que eu já nasci amando, a história que contei pra quem eu aprendi a amar. 

Que em todas as minhas vidas eu viva e conte sempre uma história de amor. Amém.
Ninguém falou q ia ser fácil, todo dia a gente tem q fazer
escolhas, se acalmar e seguir. Andar com fé, se reinventar.
Os pensamentos em movimentos, os sonhos q se desmancham,
cada vez q duvidamos deles. Mas é domingo e parece q o tempo
nesse dia anda mais lento, uma trégua de um vai e vem
constante.
Deixo vagar a alma por labirintos de luz, procuro horizontes q me
Tragam sempre um pouco mais de paz.

sábado, 18 de junho de 2011

Nada a ver com nada e tudo a ver com tudo


Distância de segurança- Perto o suficiente para não fugir, longe o suficiente para não comprometer.
Serena mas pesada. E sorri. Um elefante, uma girafa, um pássaro, um tigre, várias borboletas, uma zebra e um sapo. Ele de t-shirt e eu vestida de silêncio. Ambos com frio por dentro, ele a tremer por fora. Não olhei para trás, queria, mas não olhei para trás. Agora é andar em frente...

A FELICIDADE É O ADN DO PRAZER


O prazer é ótimo, mas é efêmero. O prazer vem dos nossos cinco sentidos. Vem de uma refeição saborosa, um copo de bom vinho e de um automóvel novo. Não há nada de errado acerca destas coisas - elas tornam a experiência da vida ainda mais agradável, mas são fugazes. A felicidade é algo completamente diferente. A felicidade é o ADN do prazer. O meu ponto de vista é simplesmente este: o prazer vem de algo no exterior. A felicidade vem do nosso íntimo. É um estado que criamos através da nossa vontade. É uma decisão, é um ato voluntário.
As pessoas podem ser felizes mesmo quando atravessam uma fase de grande dor e adversidade. Não existe qualquer tipo de prazer evidente nas suas vidas exteriores e, contudo, estão felizes no interior de si mesmas. Da mesma forma que muitas pessoas estão rodeadas por prazeres (automóveis rápidos, boas casas, roupas caras), mas não existe nenhuma alegria dentro delas. Por isso, escolha ser feliz. Não pode controlar a vida no exterior. Coisas difíceis irão acontecer. Apesar disso, podemos controlar o que acontece dentro de nós e, aqueles que o fazem, tornam-se grandes.

* ADN (ácido desoxirribonucléico – ou DNA em inglês)

O cara legal, a garota legal e as defesas de sempre


Li num blog desses um texto inteligente de um mocinho que desabafava... Ele contava sobre como as mulheres pareciam sempre preferir viver relações que beiram o imprevisível, e como isso as faziam abandonarem a história com o mocinho legal, aquele que, cito, "vai ajudá-la naquela prova de álgebra linear em que ela não sabe nem somar, vai levá-la pra ver aquele filme que ninguém quis ver com ela...".
Os seres humanos não são tão 8 ou 80 assim... A mesma moça, incrivelmente sensível em uma história, pode ser a mesma que se tornará uma "bruxa malévola" em outra. Com vocês, homens, a mesma coisa. O mesmo moço encantador nessa história pode se tornar um grandíssimo filho da puta em outra.
Eu também já abri meu coração... E também já fui "insensível". Já ocupei o lugar da moça sensível que esperou a mesma sinceridade que você descreveu no seu texto, e que a teve, tendo suas expectativas e o coração quebrado depois... E também já ocupei o lugar da moça racional que teve que dizer que não sentia o mesmo de volta.

Não sei dizer se existem vilões ou mocinhos. Vilãs ou mocinhas. O mesmo cara incrível que eu consolei no meu ombro foi o mesmo imbecil que me fez derramar lágrimas depois. Talvez estejamos todos perdidos... Confusos e incrivelmente perdidos. Talvez seja um ciclo vicioso mesmo. Talvez nós -- pessoas do mundo (pós)moderno, independente do nosso sexo -- não saibamos direito o que a gente deseja, e estejamos mesmo viciados nessa liquidez e nessa instabilidade de cultura veloz em que todos vivemos.
Mas talvez (e só talvez) a gente só aja errado, porque ainda não aprendeu a agir certo... talvez, seja só uma questão de entender que o amor não é uma coisa que você deva esperar que vai acontecer com você... Talvez seja só uma questão de entender que o amor é uma escolha que você precisa fazer... Uma escolha. De pagar pra ver, agora, nesse instante, APESAR DE.
Nada é tão definitivo como a gente sempre pensa... Só a morte, mas nada mais é.

Mas... se você cruzar com o moço certinho, por aí,  pede pra ele aparecer aqui em casa? =) ... Cansei de ter medo de ser princesa. E cansei de ser a babaca. Que ele tb não seja um babaca, envolvido em receios e medos, e possa me reconhecer no instante mesmo em que colocar em mim os seus olhos. E que eu também possa... (Amém.)

Serei Melhor...

Não é q eu me ache a pior pessoa do mundo, mas eu sei q estou longe se ser a melhor...É a realidade e não falta de consideração. Mas algum dia eu vou ser melhor, algum dia vou superar meus monstros interiores - só preciso dar um passo de cada vez, fazendo um pouquinho cada dia...
Um sorriso, uma ação educada, uma palavra sincera e a dose de melhora do dia voa naturalmente....

Acontece, mas é ruim...


Consideração por si, pelos outros, o “não enganar”, não dizer coisas que não se sente, ou não prometer o que não é possível cumprir.Ter certeza sobre os próprios sentimentos e o respeito pelo sentimento de outra pessoa é a base para que essa frase não fique se repetindo em nosso mundo cada vez mais. A “falta de consideração” tem feito muitas pessoas sofrer. E quem já não se sentiu assim?Hj isso aconteceu comigo...e duas vezes...
Pode ser em âmbito familiar, como alguém te prometer alguma coisa que seja importante e nada acontecer, pode ser em relacionamento a dois, onde uma das partes promete juras de amor eterno e desaparece, onde esperamos um telefonema que nunca vem, ficamos doentes e ninguém aparece também aqueles que consideramos amigos e esse some (justamente no momento que mais
precisamos).
Precisamos nos responsabilizar pelos nossos sentimentos, e o dos outros também. Pode ser pessoas que estão em nossa vida por um momento, ou já por um bom tempo, não importa, considerar nossos sentimentos e o das pessoas de forma geral é de nossa responsabilidade, afinal as mágoas não ficam soltas pelo ar, as tristezas e cobranças não existirão, faremos por nós sempre o que for real e possível.
“Nunca faça com as pessoas o que não gostaria que fizessem com você” (gosto dessa frase).
Dizer por dizer não vale a pena, pois depois cobranças em cima das palavras são inevitáveis. Avaliar o que podemos fazer o que está em nosso alcance e o que não está.
Sinceridade é a base para bons relacionamentos, mas para ser sincera tem que saber o que se sente (seus reais sentimentos) e o que sente pelos seus.
Consideração nunca fica fora de moda, o que anda saindo de moda é não ter a mínima responsabilidade pelo sentimento dos que gostamos ou simplesmente convivemos.
Saber o que causamos no outro e o que temos de retorno disso é inevitável, por esse motivo plantar nas pessoas amor, boas palavras, dizer o quanto se gosta, a importância da pessoa em nossa vida, mas dizer de verdade, avaliar sempre os reais sentimentos.
Falta de consideração só gera mais falta dela, ainda tristezas e problemas
.
Nosso mundo já está sem amor demais, não custa plantarmos boas sementes em muitos corações, afinal colhemos o que plantamos.
Seja sempre verdadeira e leal com seus sentimentos, sabendo que se fizer isso, será leal com quem te cerca.

Sei q isso tudo parece muito sentimental...mas a gente só entende qndo acontece com a gente.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Toda mulher precisa de um vestido preto e de um homem que a ame!


Com esta frase, Coco Chanel colocou na moda e na vida das mulheres, na década de 20, o famoso “pretinho básico”. O preto já era usado nas roupas, mas foi Chanel quem deu a esta cor a glamourização que persiste até hoje. No ano de 1926, a revista Vogue publicou um croqui da costureira: um vestido muito simples, reto, comprimento um pouco abaixo do joelho, todo preto e com detalhes preto e branco nos punhos. O editor da revista ousou escrever uma espécie de profecia: “Vai se tornar o uniforme de toda mulher de bom gosto”. Não deu outra. Oitenta e cinco anos depois, o pretinho continua abalando.
Mulher que se preze tem no mínimo 1 pretinho no seu  armário. É B-Á-S-I-C-O!!!!!!

A MAGIA DE UMA BOLA QUE VOA POR ENTRE OS JOGADORES

Sempre que vou ao estádio de futebol, onde no relvado se movimentam (freneticamente) 22 jogadores, correndo atrás de uma bola penso, aliás, reconfirmo que gostaria de entender, o sentimento q desencadeia aquela chama encantatória que une milhões em todo o mundo em efusivas manifestações de agrado ou descontentamento.
As arquibancadas fervilham, entoam-se cânticos de apoio ou fazem-se ouvir estridentes sons de desagrado e eu, decididamente, nunca conseguirei expressar q sentimento é esse...nunca saberei ultrapassar a linha divisória que me separa da abertura da dimensão que me deixaria na clarificação de saberes e de sentires. Serei, seguramente, a eterna e ignorante testemunha de um encantamento que não sei entender e q só sei sentir que se desenrola nos campos relvados de todos os Continentes.
Mas tenho q confessar sou bairrista, como quase a maioria dos gaúchos...e antes de ser brasileira, sou gaúcha e colorada até morrer!!!

Fizeram a gente acreditar que


Fizeram a gente acreditar que amor mesmo,
amor pra valer, só acontece uma vez
...acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de
nós é a metade de uma laranja, e que a vida
só ganha sentido quando encontramos a
outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros,
que ninguém em nossa vida merece carregar
nas costas a responsabilidade de completar
o que nos falta: a gente cresce através da
gente mesmo. Se estivermos em boa companhia
é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar que só há uma
fórmula de ser feliz, a mesma para todos,
e os que escapam dela estão condenados
à marginalidade. Não contaram que estas
fórmulas dão errado, frustram as pessoas,
são alienantes, e que podemos tentar outras
alternativas.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado
por você mesmo, vai poder ser muito feliz
e se apaixonar por alguém.

SUCESSO!!!!

Ter sucesso exige uma grande confiança nos outros. Ninguém pode ter sucesso sozinho. Os outros são os mil braços que ajudam a construir a vida de cada um. É assim que o Universo funciona, desde a mais pequena célula de vida até às galáxias mais longínquas. Aprenda a considerar o universo como uma rede de boas vontades. As provações devem ser aceites com coragem e doçura. Cada uma delas propõe a riqueza do coração e a alegria do espírito. Precisa de coragem para as vencer, e da doçura para as amar. Nós receamos a confrontação, o encontro com o outro, porque temos medo de ser destruídos ou diminuídos. Habituamo-nos a olhar para o mundo como uma sucessão de fracassos, de desastres. Inverta essa errônea maneira de ver. De todas as vezes, o obstáculo indica os degraus da progressão. Ele é o momento requerido para a transformação. Não o encare como um adversário aterrador. Não passa de um espelho, no qual se reflete, com os medos, hesitações.


Não conserve nenhuma animosidade, nenhum rancor ou desejo de vingança. Desenraize os maus pensamentos, os fantasmas, as obsessões que paralisam a vontade. Não dissimule nada. Para vencer os seus desejos, cultive o desejo de se vencer a si próprio. Elimine a pouco e pouco os hábitos, os automatismos, as más disposições que dividem e atravancam o espírito. O sucesso não é outra coisa senão a imagem mais bela de si, de repente construída, realizada diante de si. Para evitar o fracasso, as decisões devem antes de mais nada ser meditadas, com as suas consequencias. Imagine-as como uma rede de energias, com forças que se cruzam, se amplificam ou se combatem. É o centro delas. A única nascente. É preciso iluminar o obstáculo muito longe, antes de o enfrentar, compreender o seu mecanismo de funcionamento, para não ser surpreendido e vencer as suas armadilhas. Utilize as suas sensações de embriaguez, de prazer, com uma clara consciência de si próprio. Dá um novo significado a toda a ação, a toda a experiência, a todo o combate da vida quotidiana. Então, conhecerá a alegria dos vencedores, daqueles cuja força interior está polarizada sobre a meta a atingir, como a agulha de uma bússola.


O desabrochar do ser é o maior dos sucessos. Dá a paz do coração, a alegria de viver e a lucidez do espírito. Os obstáculos caem por si, e as dificuldades tornam-se simples escalões necessários à sua progressão. Encontre o seu centro, a partir do qual poderá construir a sua
vida, empreender, realizar um projeto. Esse centro, que é a sua nascente de vida pessoal, é como um lago calmo, que nenhuma paixão agita. É um silêncio profundo, espiritual, que se produz quando o pensamento pára, com as suas palavras e as suas imagens. Faça brotar a sua ação desse silêncio. O sucesso pede uma disposição feliz do espírito. Nenhum pensamento negativo deve contrariar o seu desejo de realização.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O tempo ensina, mas não cura


Você pode ir embora e nunca mais ser a mesma. Você pode voltar e nada ser como antes. Você pode até ficar, pra que nada mude, mas aí é você que não vai se conformar com isso. Você pode sofrer por perder alguém. Você pode até lembrar com carinho ou orgulho de algum momento importante na sua vida: formatura, casamento, aprovação no vestibular ou a festa mais linda que já tenha ido, mas o que vai te fazer falta mesmo, o que vai doer bem fundo, é a saudade dos momentos simples: Da sua mãe te chamando pra acordar, dos desenhos animados com seu irmão, do caminho pra casa com os amigos e a diversão natural. Do cheiro que você sentia naquele abraço, da hora certinha em que ele sempre aparecia pra te ver, e como ele te olhava com aquela cara de coitado pra te derreter. De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades: Não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma; Cuidado com o que anda desabafando; Conte até três (tá certo, se precisar, conte mais); Antes só do que muito acompanhado; Esperar não significa inércia, muito menos desinteresse; Renunciar não quer dizer que não ame; Abrir mão não quer dizer que não queira;
O tempo ensina, mas não cura.
                                                                               |Martha Medeiros

Todos os dias...


Todos os dias levantamo-nos, espreguiçamo-nos, saímos, passeamos e cruzamo-nos com caras, situações, montras, anúncios, carros em movimento, mundos a correr em paralelo, cheios de sentimentos, dúvidas, alegrias e medos. Cruzamo-nos também com coisas que nos apaixonam e nos fixam a atenção, e pode bem até ser um peixinho simpático numa montra de lojas de animais.

As relações que desenvolvemos com as coisas, com os animais e principalmente com as pessoas são grande parte do que somos e fundamentais para sermos felizes. Partilhamos momentos, criamos história e rituais.
No entanto, acontecem relações desequilibradas que têm o perigo de nos fechar. Sugam o nosso tempo, a nossa dedicação e alienam-nos do mundo onde supostamente vivemos; a relação anda a ser vivida exclusivamente em função de mim, da minha alegria e da minha vontade, negligenciando o outro.

E aberto esse espaço ao egoísmo começa consequentemente o eterno jogo do reequilíbrio: no dar e no receber, no estar e no não estar. Às vezes gastamos demais, às vezes damos demais, às vezes queremos demais…

...e amamos de menos! E acabamos por só reconhecer que algumas dessas coisas podem estar a acontecer quando aparece a inquietação, o vazio, enfim a insatisfação!

O apreço não tem preço, (...)


É só mais um doce jogo de palavras de uma música, das
muitas que ouço, enquanto me recordo de algumas pessoas por
quem tenho tanto, tanto apreço ... É tão bom isso!!! Provoca
sorrisos, olhares, memórias, piadas, cumplicidades, choros, abraços e
conversas. Às vezes também provoca dor, é verdade. Mas vale a
pena... Tudo isto para chegar à gratidão. A todas as pessoas que me
são especiais, OBRIGADA!

O Sorriso...

Mesmo antes de sabermos o que era um sorriso, já o sabiamos dar...
Nascemos para brincar, sorrir e darmo-nos aos outros nessas pequenas coisas que nos aproximam das pessoas e abrem a porta da intimidade.

 O sorriso é certo em qualquer lado. Não tem idade, credo, classe social ou raça. Tem por de trás, quando é limpo, uma grande fidelidade interior que transparece sem que nos apercebamos.


É verdade que há pessoas com sorrisos fascinantes, mas não me parece que isso tenha a ver com genética. Claro que uma cara bonita ajuda, ou uns olhos que só por si já passam o dia a sorrir.
Mas antes de mais, acredito que um bom sorriso é algo que se constroí todos os dias. Passa por um querer e por uma disposição para a vida. É um trabalho, lento mas saboroso.

Há sorrisos para tantas ocasiões...


Costumo por isso dizer que não há conversas proibidas. Não há nada que seja tão mau que não possa ser conversado, porque até para esses momentos existe um sorriso. Que seja tímido, que seja apreensivo, que seja o que tiver que ser. Claro que as coisas não podem ser ditas de maneira bruta, com intenção de ferir o outro. Se está tudo muito pesado, dá-lhe um toque de humor. Nascemos para a brincadeira e os assuntos sérios não têm que ser proporcionalmente sisudos.

O sorriso é um lugar onde nos podemos perder. Um lugar fascinante, com recantos escondidos que nos apetece ir conhecendo, um a um. Daí que às vezes se demore tanto a voltar de um desses lugares...

O mundo do sentir visto por mim...


Com o passar do tempo e com o nosso crescimento, vamos aprendendo a interpretar aquilo que sentimos, fisica e emocionalmente. E não sei como funciona com vcs, mas eu às vezes demoro bastante a entender o que REALMENTE se passa comigo.(Sou assim um pouco lentinhaaaaaa mesmo! hehehe).
Perceber se tenho frio, fome, dor ou sono, é fácil, talvez por serem sinais gritantes no nosso corpo que quase nos impossibilitam de sentir seja o que for
para além deles mesmos. 
Perceber se estou animada, triste, entusiasmada, sonhadora, ansiosa, nervosa
ou desmotivada tem sido com o treino, cada vez mais fácil de identificar. Claro
que novas situações acontecem constantemente e volta e meio temos que lidar
com sentimentos que nos são estranhos e obrigam-nos a um esforço maior. 
A questão para mim às vezes é tentar acolher esse sentimento e o que ele
me tenta dizer. Por exemplo, o medo surge na minha vida quando me confronto
com algo que acredito ser perigoso e/ou que me pode magoar. O que retiro
desse medo é um aviso, e se depois disso o conseguir por de lado, melhor. 
Já a ansiedade é um sentimento de apreensão constante e uma espera por
qualquer coisa que nunca sei exatamente o que é ou quando virá. Quando
acontece de me sentir assim, tento perceber o que me leva a isso e às vezes
não consigo. Há qualquer coisa por definir... uma tensão por resolver, que
eventualmente se dá aconhecer. E para cada um dos sentimentos que vou
sentido, vou retirando mais informação sobre o mundo e sobre o seu impacto em mim.
A parte verdadeiramente boa é que os sentimentos chegam-nos intocados, mas nós às vezes sabotamo-nos desacreditando aquilo que sentimos em prol
de um qualquer raciocinio que tenho certeza que será muito lógico. Eu acredito
que o real segredo não é sabotar o que se sente mas antes aceitá-lo. Depois
logo se pensa o que  fazer com o que se sente.
Acho que nos sabotamos também porque a sensibilidade que temos, por ser
uma ferramenta maravilhosa ao nosso dispor, é também fonte de sofrimento
dúvidas e vontade de viver num lugar mais além onde nem toda agente aguenta, quer ou ousa entrar. 
Acredito que a derradeira procura do homem é a felicidade pelo Amor. Amor à
vida, às pessoas, ao outro e aos outros. Seremos/somos felizes quando nos
aceitamos e nos sentimos amados assim e integralmente e só podemos ser
amados integralmente quando nos entregamos por inteiro. Enquanto isso não
acontecer, os outros amam apenas a parte de mim que entrego, a única que
lhes é acessível.
E para mim de fato é engraçado ver a quantidade diferente de níveis de sentir que podemos ter, o que os despoletam e como podemos lidar com eles de formas tão distintas. Esta Vida que nos anima é muito rica. Resta-nos criarmos espaço em nós para nos sentirmos mais e melhor.